
O domo
A tiny house
Quando o Dila's nasceu, o logo mostrava as hospedagens, porque era isso que o hóspede vinha procurar. Ele cumpriu muito bem esse papel no primeiro capítulo da marca.

Com a chegada do hotel, e das vilas mais adiante, uma marca que desenha a hospedagem ficaria para trás a cada novo passo. O Dila's precisava de uma marca que representasse o que vai estar presente em todos eles.

é recebido sem recepção, sem check-in, como quem chega na casa de alguém querido. Esse jeito de receber vem da Dila, e por isso o nome dela passa a ocupar o centro da marca.


O domo, a tiny house e o hotel mudam. O jeito da Dila de receber é o que faz a experiência ser única em qualquer um deles. Por isso o nome dela é o protagonista da marca.
O "Lodge" sai, e o Dila's aparece inteiro, com uma letra elegante e sofisticada, à altura do novo hotel, sem perder o afeto de um nome de família.
O logo antigo desenhava cada hospedagem. Agora um traço só faz esse papel: um teto, que todo mundo entende como abrigo. Ele representa a hospedagem de forma universal, no domo, no hotel e no que vier depois.
Embaixo do nome, "Hotel & Glamping" conta em um segundo o que o desenho antigo tentava mostrar: o conforto de um hotel e a experiência de dormir imerso na natureza.
O traço desce e, ao cruzar o nome, vira as montanhas de São Roque. Num risco só, a marca junta o aconchego de casa e a natureza em volta: um lugar para se conectar e desacelerar. O fim da montanha ainda completa o A: cada linha foi desenhada para se encaixar na outra.

O logo pode transitar entre todas as cores da paleta e ser aplicado tanto sem fundo quanto sobre fundos sólidos ou imagens de elementos da natureza, mantendo a harmonia e a consistência da marca.



Da marca nasce o monograma, o D com a montanha atrás. Ele aparece na chave, no enxoval, na vela e na sacola, e com o tempo basta sozinho para o Dila's ser reconhecido.





Reforça a identidade visual da marca, trazendo personalidade. Utilizado como elemento de apoio, em fundos, detalhes ou composições gráficas. Evite excessos que prejudiquem a leitura, sempre usado com sutileza e transparência, garantindo sempre harmonia com os demais elementos da identidade visual.




A paleta saiu do projeto do hotel: a cal das paredes, a pedra da fachada, a madeira dos forros, o sal da sauna e o mel da ducha. Quem conhece o Dila's pelo Instagram encontra as mesmas cores quando chega.

A serifada em itálico traz o lado afetivo e elegante da marca. A sem serifa cuida da leitura: limpa, leve e discreta. As duas aparecem sempre juntas.

Da carta de boas-vindas à sacola que o hóspede leva embora, a marca está nos detalhes que ele toca e guarda.



A marca já entra nas principais peças e começa a circular antes de a obra ficar pronta: no presskit, que é o convite para a festa de inauguração.
A caixa abre como a porta de um hotel, e cada peça tem o seu lugar. O cartão-chave, com uma chave estampada em dourado, é o check-in do convidado na festa. No berço, o sal de banho com mel e a vela. Na porta, a carta-convite com lacre.


Na numerologia, o 7 é o número do recolhimento e do refúgio. Fazia sentido para um lugar pequeno e escondido na natureza.
O 22 é chamado de Mestre Construtor: o número de quem transforma um sonho grande em algo concreto e duradouro. Fala de grandes obras e de legado. Para uma marca que nasce junto com uma obra e carrega o nome de uma avó, é difícil imaginar número mais certeiro.
A numerologia tem três números mestres, e o nome novo reúne os três. Hotel traz o 11, da inspiração. Glamping traz o 33, do cuidado e da cura. E o nome completo soma o 22. Isso é muito raro.
Somando os dois dígitos do 22 (2 + 2), chega-se ao 4: o número da casa, da base e da confiança. É o mesmo número do monograma D. E o nome Dila's, sozinho, soma 9: o número do acolhimento.

A marca ficou do tamanho do que o Dila's está construindo,
e guardou o que sempre foi o coração do lugar: receber, acolher e fazer cada pessoa se sentir em casa.


